sábado, 27 de outubro de 2012
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domingo, 21 de outubro de 2012
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012
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domingo, 23 de setembro de 2012
Universidade do Timor Leste não paga salários a professores
Grupo de 30 pessoas viajou há sete meses para o país do Sudeste Asiático por meio de um programa de cooperação acadêmica; amanhã, sexto integrante retornará ao Brasil antes do prazo acertado por estar sem receber salário desde o mês de junho
BRUNO DEIRO - de O Estado de S.Paulo
![]() |
| Sede da UNTL em Dili - capital do Timor Leste |
Um grupo de professores brasileiros que há quase sete meses foi para o Timor-Leste para participar de um programa de cooperação acadêmica acusa a única universidade do país asiático de não cumprir o acordo. O acordo está previsto para durar até novembro, mas amanhã o sexto dos 30 docentes do projeto retornará ao País antes do prazo por causa do atraso nos salários, que não são pagos desde junho.
De acordo com os professores, há dificuldades para obter informações sobre os atrasos na Universidade Nacional do Timor-Leste (UNTL). "O reitor se recusa a nos receber e está fora do país", diz Flávio Tonnetti, que faz parte do grupo. Segundo ele, a maioria tem recorrido à ajuda de amigos e familiares, além de empréstimos em banco, para se manter no Timor-Leste.
Depois de uma seleção feita no final do ano passado pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, os professores viajaram em fevereiro para dar aula de português, biologia e química e receber um salário mensal de US$ 3,5 mil, que seria bancado pela universidade timorense. "Recebemos o primeiro pagamento somente em maio", diz Carlos Gontijo, de 29 anos, que deu aulas de língua portuguesa e retornou em junho. "Ficávamos em um hotel cujo dono aceitou receber depois as diárias de hospedagem e alimentação. Mas teve gente que não aguentou e voltou antes."
É o caso de Alexandre Marques, de 33 anos, que retornou no início de maio, graças à ajuda de um grupo de professores de uma escola portuguesa em Dili. "Eles juntaram dinheiro e pagaram os cerca de US$ 300 para a remarcação da passagem", diz o professor de português, que mora em Cotia e abriu mão de dois empregos para viajar. "Sustento minha família e achei que conseguiria juntar algum dinheiro, mas tive de voltar porque estava acumulando dívidas lá e aqui."
O Timor-Leste é uma ex-colônia portuguesa que foi ocupada pela Indonésia entre 1975 e 2002, período no qual o uso do português foi proscrito. Com a independência, em 2002, o português voltou a ser uma das línguas oficiais, mas faltam professores para ensiná-lo aos jovens.
Atrasos. Sem contrato assinado, os professores entraram no país com um visto provisório de turista, que expirou em 30 dias. O contrato foi modificado duas vezes até ser consolidado.
A UNTL alegou uma questão burocrática para o primeiro atraso no pagamento e a demora na assinatura do contrato: o estatuto da entidade não permite que o valor seja repassado diretamente aos professores estrangeiros. A gestão dos recursos ficou por conta da Fundação das Universidades Portuguesas (FUP), que efetuou o primeiro pagamento no fim de maio.
O Mackenzie, que segundo os professores teria garantido informalmente que o acordo seria cumprido, lembra que o edital previa responsabilidade total da universidade timorense pelo pagamento. "A única atribuição do Mackenzie é monitorar o desenvolvimento das atividades acadêmicas, nada interferindo no pagamento dos salários dos docentes. Mesmo com o problema do atraso de salários, as atividades acadêmicas transcorrem dentro dos prazos previstos", defende-se a entidade.
A principal queixa do grupo que continua no Timor-Leste sobre o novo atraso é de que desta vez não há esclarecimentos. "O cenário é pior, pois as relações estão desgastadas e não temos qualquer previsão de resolução", afirma Tonnetti. O Itamaraty afirma que o governo brasileiro não tem relação com o convênio firmado entre o Mackenzie e a UNTL, mas está tentado ajudar informalmente. No último dia 7, durante um evento na embaixada em Dili, os professores cobraram ações de autoridades timorenses, mas não tiveram resposta.
O Mackenzie diz ter recebido um comunicado da FUP que garante que o pagamento será feito ainda nesta semana. O Estado tentou entrar em contato com a entidade portuguesa, mas não obteve resposta.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
¨¨¨Landisvalth Blog: Concursos somam 21,5 mil vagas. Salários vão até R...
¨¨¨Landisvalth Blog: Concursos somam 21,5 mil vagas. Salários vão até R...: São pelo menos 117 concursos com 21,5 mil vagas distribuídas em todo território nacional Da Redação do CORREIO Nesta segunda-feira...
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
O Ranking de FOLHA apresenta UFPE (10º), UFBA (12º) e UFS (39º) entre as melhores do país
Ao longo de oito meses, a Folha levantou dados de publicações acadêmicas e, com o Datafolha, ouviu centenas de cientistas e profissionais de Recursos Humanos para compor o RUF (Ranking Universitário Folha).
![]() |
| UFPE - Universidade Federal de Pernambuco - a melhor do Nordeste. |
Nele estão representadas 191 universidades -que operam com pesquisa, ensino e extensão- mais 41 centros universitários ou faculdades, dedicados sobretudo ao ensino e onde há pouca pesquisa.
A USP figura em primeiro lugar, seguida pelas federais de Minas (UFMG) e do Rio (UFRJ). Entre as instituições não universitárias destacou-se a ESPM, com a melhor formação em publicidade, único curso que a USP não lidera, considerando-se os 20 maiores do país. Até então, o Brasil dependia de classificações globais ou, no máximo, continentais, que citam poucas instituições brasileiras e desconsideram características nacionais. A metodologia geral do RUF foi criada pelo grupo liderado pelo cienciometrista (ciência que estuda a produção científica) da USP Rogério Meneghini, em conjunto com a Redação da Folha.
DESTAQUES
Dos quatro aspectos analisados na lista geral do RUF (pesquisa, ensino, reputação no mercado de trabalho e inovação), a USP apenas não é primeira colocada em termos de inovação, indicador que a Unicamp lidera. Outro resultado que chama a atenção é a boa avaliação das escolas privadas pelas empresas. Entre as 15 instituições mais citadas como melhores por profissionais responsáveis por contratação, seis são pagas. Os cientistas têm visão diferente: só citaram uma particular, a PUC-Rio, entre as melhores.
Entre as dez primeiras universidades na lista geral, cinco estão no Sudeste; três no Sul, uma no Centro-Oeste e uma no Nordeste. A melhor universidade do Norte, a federal do Pará, aparece na 24ª colocação do ranking. Informações como essas são importantes para orientar políticas públicas, alunos, professores e empregadores, pois mostram as instituições de destaque no país e as que estão com defasagem. Países como EUA, China, Alemanha, Bulgária, Cazaquistão e Vietnã já fazem rankings nacionais. O Ministério da Educação brasileiro faz uma avaliação de instituições, chamada de IGC (Índice Geral de Cursos).
A metodologia, porém, não prevê um ranking de instituições de ensino superior, apenas as classifica em grupos. O levantamento do governo considera a nota dos estudantes em uma prova (o Enade); a proporção de docentes com doutorado e as notas dos programas de pós-graduação. Não havia, até agora, um indicador que abrangesse a visão do mercado de trabalho e a produção científica das instituições.
O RUF (Ranking Universitário Folha) é uma listagem inédita das universidades brasileiras, de acordo com a sua qualidade. Para chegar ao ranking, a Folha criou uma metodologia própria (tendo como referências avaliações internacionais consolidadas), que mescla indicadores de pesquisa e de inovação e a opinião do mercado de trabalho e de pesquisadores renomados.
Os indicadores que compõem a fórmula do RUF:
- Qualidade da pesquisa: A Folha analisou nove indicadores das universidades relacionados à pesquisa científica, como proporção de professores com doutorado, número de artigos científicos por docente e número de publicações no Scielo. Peso: 0 a 55 pontos
- Qualidade de ensino: o Datafolha entrevistou 597 pesquisadores do CNPq?, amostra definida para representar o grupo dos melhores cientistas e docentes do país. A cada um deles foi pedido que apontasse as 10 melhores instituições brasileiras em sua área. Peso: 0 a 55 pontos.
- Avaliação do mercado: O Datafolha entrevistou 1.212 diretores, gerentes ou profissionais responsáveis pelos recursos humanos de empresas e instituições brasileiras, amostra definida para representar todo o setor do país. Para cada um deles foi pedido que apontasse as três instituições de ensino superior para os quais dariam preferência em um processo de contratação. Peso: 0 a 20 pontos
- Indicador de inovação: A Folha analisou a quantidade de pedidos de patentes? por cada universidade. Peso: 0 a 5 pontos
Para o ranking geral, foram consideradas apenas as universidades?, que são instituições mais completas, com ensino e pesquisa em diversos campos do conhecimento. Essas instituições precisam também cumprir exigências mais rígidas que as demais formas de organização? demais formas de organização de instituições de ensino.
O ranking geral conta com 191 universidades, distribuídas em 188 posições porque houve alguns empates. A melhor Universidade do Nordeste é a UFPE, na 10ª colocação. Na Bahia, a UFBA lidera em 12º lugar. Em Sergipe, a UFS é 39ª e a UNIT e 97ª. Veja a lista da Bahia e Sergipe e a a top das dez melhores do Brasil, segundo a FOLHA DE SÃO PAULO.
|
Ranking 2012
|
Nome da universidade
|
UF
|
Pública
Privada
|
Qualidade de ensino
|
Qualidade de pesquisa
|
Avaliação do mercado
|
Indicador de inovação
|
Nota total
|
|
|
EM SERGIPE:
|
|
|
|
|
|
|
|
|
39º
|
Universidade
Federal de Sergipe (UFS)
|
SE
|
Pública
|
0,66
|
39,85
|
8,33
|
3,13
|
51,97
|
|
97º
|
Universidade
Tiradentes (UNIT)
|
SE
|
Privada
|
0
|
22
|
7,92
|
0
|
29,92
|
|
|
NA BAHIA:
|
|
|
|
|
|
|
|
|
12º
|
BA
|
Pública
|
2,78
|
47,99
|
17,66
|
3,89
|
72,33
|
|
|
55º
|
BA
|
Pública
|
0
|
38,81
|
4,85
|
1,16
|
44,82
|
|
|
60º
|
BA
|
Pública
|
0
|
38,62
|
4,14
|
0
|
42,76
|
|
|
61º
|
BA
|
Pública
|
0
|
38,7
|
2,52
|
0,5
|
41,72
|
|
|
83º
|
BA
|
Pública
|
0
|
31,79
|
0,96
|
0,5
|
33,25
|
|
|
96º
|
BA
|
Privada
|
0
|
19,96
|
10,08
|
0
|
30,04
|
|
|
98º
|
BA
|
Pública
|
0
|
20,17
|
8,49
|
0,5
|
29,16
|
|
|
146º
|
BA
|
Privada
|
0
|
6,32
|
10,24
|
0
|
16,56
|
As 10 melhores universidades
1º
|
SP
| |
2º
|
MG
| |
3º
|
RJ
| |
4º
|
RS
| |
5º
|
SP
| |
6º
|
SP
| |
7º
|
PR
|
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Estudante dá exemplo e reclama na internet dos problemas de sua escola
A menina loirinha e magrinha, como muitas de sua cidade, é uma das melhores alunas da sala. Ela teve a ideia após uma conversa com a irmã mais velha sobre uma estudante escocesa que fez um blog para reclamar da merenda escolar
Priscila Chammas – do CORREIO
![]() |
| Adolescente de 13 anos criou página no Facebook |
Isadora não está no Canadá, não estrelou um clipe caseiro de ‘Para Nossa Alegria’, não estampa uma caixa de palitos há 65 anos, nem tampouco restaurou por conta própria uma obra de arte do século XIX. A estudante de 13 anos é a nova celebridade da internet por um motivo bem mais nobre: expôs no Facebook, para quem quisesse ver, alguns dos problemas do ensino público no país, a partir de fotos e comentários sobre a Escola Básica Municipal Maria Tomazia Coelho, onde estuda, em Florianópolis (Santa Catarina).
A página, intitulada Diário de Classe, foi criada pela estudante Isadora Faber em 11 de julho e até a noite de ontem já havia sido curtida por 120 mil pessoas. A menina loirinha e magrinha, como muitas de sua cidade, é uma das melhores alunas da sala. Ela teve a ideia após uma conversa com a irmã mais velha sobre uma estudante escocesa que fez um blog para reclamar da merenda escolar.
Isadora também reclamou da merenda. Mas não ficou só nisso. Nesses quase dois meses em que a página está no ar, ela já publicou fotos de janela quebrada, paredes pichadas, fiação solta nas paredes, goteiras, vaso sanitário sem tampa, fechadura danificada, e comentários sobre o fraco desempenho dos professores auxiliares. Também foi postado um vídeo da bagunça dos alunos durante uma aula de Matemática, o que lhe trouxe problemas com a direção da escola, que solicitou a retirada das imagens.
![]() |
| Se todos os alunos reclamassem das condições das escolas.... |
“Eu e a Melina (amiga que ajudava nas postagens) paramos na diretoria e ligaram pros nossos pais e mandaram bilhete pedindo a presença deles na escola (...) pediu para tirar o vídeo do professor”, explica Isadora em uma das postagens. O vídeo foi retirado após a promessa de que o professor seria substituído, mas, como isso não aconteceu, as imagens logo voltaram pro site.
Resultados
Até esta terça (28), o professor ainda não tinha sido demitido, mas o protesto on line da aluna da 7ª série já rendeu frutos. “Já consertaram umas portas, maçanetas e bebedouros”, contou a menina ontem ao CORREIO. A entrevista, aliás, foi disputada. “Estou meio cansada, muita gente está querendo me entrevistar. Já fiz mais de 20 (entrevistas) hoje (ontem)”, contou, ainda surpresa com a repercussão de suas denúncias.
“Eu sempre reclamei, mas nunca adiantou. Pensei que publicar poderia fazer com que a prefeitura se sensibilizasse. Mas não tinha noção do que estava por vir”. Durante uma entrevista na fan page de um jornal local, ela acrescentou que “esperava ter só uns 100 curtidores”. Dias antes, no ‘Diário’, escreveu: “Nós queremos chegar mais adiante do que isso, queremos chegar na PREFEITURA, quero que vejam isso”.
Conseguiu. A repercussão foi tão grande que motivou uma entrevista coletiva da secretária municipal de Educação de Florianópolis, Sydneia Gaspar de Oliveira, para falar sobre os problemas apontados por Isadora. “A escola recebe R$ 4 mil mensais para resolver esses problemas pequenos. A gestão deveria ter informado, mas eles nem perceberam que os bacios (banheiros) estavam quebrados, por exemplo. A aluna foi nossa ouvidoria, só podemos elogiar atitudes assim”, disse a secretária.
A diretora da escola, Liziane Díaz Farias, reconheceu que a instituição passa por dificuldades e garantiu: “Estamos resolvendo os problemas apontados”.
Antes disso, porém, a estudante teve alguns percalços pelo caminho. “Muita gente ficou brava. Recebi indireta de professora na sala de aula, dizendo que ninguém podia ficar falando mal dos outros na internet. Estou sofrendo repressão até das merendeiras. Quando passo perto delas, elas falam: ‘Lá vem a fotógrafa, tirar uma foto’, e começam a rir”, conta.
Corajosa, Isadora até postou uma mensagem debochando de uma tentativa de intimidação que recebeu ‘in box’: “Se existisse realmente uma lei (que proibisse tirar foto da escola), por que deixar o recado só pra mim, e não publicar na minha página?”, provocou a estudante, que sempre teve apoio da família.
Estudantes da Bahia aprovam ideia
![]() |
| Protesto bem-humorado, 'Vida de Estudete" |
Como para a internet não há distância, estudantes soteropolitanos também ‘curtiram’ a iniciativa da fanpage Diário de Classe. “(O Facebook) é uma rede que quase todo mundo tem, está bombando, é uma forma dos nossos problemas se transformarem no problema de todos”, diz o estudante Anderson Conceição da Silva, 17 anos. “É o melhor meio hoje em dia, os alunos veem, compartilham e chega mais rápido aos ouvidos de quem tem que resolver a situação”, completa a presidente da Associação de Grêmios e Estudantes de Salvador (Ages), Raquel Barbosa, 20.
E se houvesse um ‘Diário de Classe’ que relatasse os problemas das escolas públicas de Salvador, quais reclamações chegariam na página? Foi essa a pergunta que o CORREIO fez a estudantes de Salvador.
Aluno do 3º ano do ensino médio do Colégio Estadual Deputado Manoel Novais, no Canela, Tiago Jesus da Silva, 18, afirma que a principal queixa em relação a unidade é a falta de professores. “O problema tem sido muitas aulas vagas, por causa da falta de professores, como da disciplina Português. E isso tem acontecido depois de toda essa greve que enfrentamos. A escola passou por reforma, então quanto a estrutura física não tenho o que reclamar”, relata.
O mesmo não pode dizer Raquel Barbosa, que estuda no Colégio Estadual Landulfo Alves, na Cidade Baixa. Rachaduras, ferrugens, infiltrações, falta de bebedouros e o mau cheiro do esgoto estão entre as queixas dos estudantes.
“Recentemente, um PVC do teto caiu no ombro de um aluno, os elevadores estão quebrados e os cadeirantes são obrigados a subir em uma rampa que até alaga quando chove, por causa de buracos. Minha escola está em uma situação abominável”, diz Raquel.
A situação do Landulfo Alves é compartilhada por alunos do colégio, através do Facebook. O perfil da Ages, que tem quase 2 mil amigos, compartilha notícias que envolvem a educação no Brasil.
Alunos do Colégio Estadual Marquês de Maricá, no Pau Miúdo, contam que no seus diários relatariam algo que tem dificultado os estudos ultimamente: “A escola está sem ventilador, é um calor dos infernos. Assim fica difícil”, diz o estudante do 3º ano do ensino médio Anderson Silva.
Estudetes de Itaparica chamaram atenção para greve
Cheias da greve dos professores da rede estadual, que começou em abril e durou 115 dias, as primas Bruna e Jamile Moreira, 18 e 19 anos, junto com a amiga Isabele Alcântara, 20, se tornaram exemplo de webcelebrities na Bahia.
A fama foi conquistada com um vídeo divulgado no site Youtube em que o trio aparece dançando a música Vida de Estudete, parodiando o repertório das protagonistas da novela Cheias de Charme (Globo/TV Bahia).
As estudetes de Itaparica, como ficaram conhecidas, são alunas do Colégio Estadual Democrático Jutahy Magalhães, onde foi solicitado o trabalho escolar por uma professora que não aderiu ao movimento - que veio a dar no vídeo.
O vídeo, que chegou a ter quase 400 mil visualizações, fala da greve e também chama atenção para a educação no estado. Após a greve, elas continuam apresentando um programa na Rádio Tupinambá FM, de Itaparica, onde dão dicas de vestibular.
Colaborou Alexandro Mota.
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